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sexta-feira, 12 de janeiro de 2024

[INSULAR 255] Arr "Toughfest" of Grave - O homem mais forte do mundo?

 

Arr of Grave, nascido em Ática, na data 4 de Oceano de 192 dc,  é considerado hoje, ao lado de Grulg mão-de-marreta um dos guerreiros mais poderosos do mundo. É o patriarca da casa de Grave de Falenhäär, foi abençoado com uma sobrenatural longevidade por Aslameru, graças a Incursão no Subplano. A título de exemplo, ele tem 63 anos mas vitalidade de 32; além de que ostenta títulos invejáveis como de Paladino Emérito da Ordem dos Paladinos do Autor, Ministro da Guerra do reino de Surnalis e Barão de Falenhäär.

Em sua juventude foi renegado pelo pai, o duque Denerius of Grave de Ática, terceiro ancião da Gerúsia; entrou para a Ordem dos Templários da Virtude em função de ter sido deserdado pelo pai, pois durante a Guerra da Entropia, Arr of Grave que era apenas um cavaleiro, desobedeceu a ordem de seu pai que ordenou a morte de todos os elfos negros de Austral. Arr já era aslamerista, e ao ver que se tratavam apenas de mulheres e crianças, recusou-se a seguir a ordem do pai. Realizou várias missões a serviço da Ordem dos Templários da Virtude nos sete anos que se seguiram, ganhando a fama de durão pela sua força e resiliência moral, daí o apelido “toughfest”, que na língua geral significa “durão”. Quando Surnalis se sublevou contra Ática, Valentinus o promoveu a superior-geral da ordem. Comandou as tropas de Surnalis na defesa contra o cerco e na Batalha da Ponte.

O sucesso da independência de Surnalis fez com que a Ordem dos Templários da Virtude fosse extinta em Ática. Com isso, Valentinus a refundou em Surnalis sob o nome de Ordem dos Paladinos do Autor, da qual Arr conservou seu posto de comando, o presenteando com uma armadura alada mágia feita de prata que o permite voar e, com ela, em 228, participou da Incursão ao Subplano com Eredin e Barzaphir, que terminou na morte de X.

A casa de Grave em Ática atualmente é comandada por seu irmão Tarsk of Grave, com quem não fala a anos. Casou-se com a elfa Alcör do Rio Thames, com quem teve uma filha: Yvinir Grave, conhecida como “Elvendotar” em Falenhäär, que na língua geral significa “filha da elfa”, ela é hoje, aos 22 anos, a superior-geral da Ordem dos Paladinos do Autor e se tornará, possivelmente, baronesa de Falenhäär após a morte de seu pai.

Em 255, Arr of Grave, o primeiro barão de Falenhäär, decidiu deixar sua cidade sob o comando de sua filha para se aventurar novamente no mundo, e está em busca de uma terra mitológica a noroeste do mundo, Maiar-Atur.

[INSULAR 250] Quem é Marie Gasly, a pragmática subversora da Arcana Internacional?

 

Marie Gasly, de 94 anos, é uma elfa silvestre que nasceu em Labell em 12 de Mornado de 156 dc. Sendo membro de uma linhagem de elfos silvestres nas montanhas e prados cinzentos de Bourjeaux, sempre foi discriminada pelos elfos-da-neblina como sendo uma "elfa de tipo inferior".

Desde jovem, Marie enfrentou a dura realidade da discriminação dentro de sua própria sociedade. Seu sangue silvestre, embora puro e nobre, a tornava alvo de olhares preconceituosos e de tratamento desigual. No entanto, ao invés de se deixar abater, Marie canalizou a adversidade em determinação e se dedicou a provar seu valor.

A afinidade natural de Marie com as matas e as trilhas arbóreas rapidamente a destacou como uma exímia patrulheira. Seu conhecimento aprofundado da natureza e suas habilidades inigualáveis como rastreadora a tornaram uma defensora inigualável da região, ganhando respeito mesmo entre aqueles que inicialmente a discriminavam.

A virada decisiva na vida de Marie ocorreu quando a Arcana Internacional, ciente de seu potencial, a recrutou para suas fileiras em Bourjeaux. Reconhecendo a habilidade única de Marie em se movimentar pelas sombras das florestas, a Arcana viu nela a oportunidade de criar instabilidade na burocracia governamental elfa-da-neblina, visando a criação de algo novo e mais justo. Assim, com a ajuda de Gastón Jacobin, outro infiltrado, conseguiu a vaga como diplomata, algo que conciliava com suas habilidades de patrulheira.

Durante muito tempo mediou conflitos entre nobres em Catalusia, uma de suas funções dadas pela coroa de Bourjeaux. Mas ao mesmo tempo em que fazia isso, movia lentamente as peças do tabuleiro para conseguir enfraquecer as monarquias da porção a leste dos Sustentáculos do Mundo. Marie Gasly só conseguiu isso pois foi submetida a um treinamento rigoroso pela Arcana Internacional. A organização aprimorou suas habilidades de infiltração e espionagem, transformando-a em uma agente habilidosa e discreta. Sob o codinome "Seiux", Marie mergulhou nas intricadas camadas da política elfa-da-neblina, utilizando suas habilidades para minar as estruturas existentes e fomentar a insurgência. A participação crucial de Marie na criação da República Quelônida é um testemunho de sua dedicação à causa da Arcana Internacional. Usando seu conhecimento estratégico e influência nos bastidores, ela desempenhou um papel fundamental na instauração de um governo mais representativo e inclusivo.

Neste processo ela conheceu e ajudou os membros da comitiva de Matosinhos a chegar e conhecer Gonçalo-Kraken, o primeiro capitão da nau Brisa Oceânica. Na missão que este último tinha para a coroa de Catalusia de encontrar terras agricultáveis nas Terras dos Caimares, ela lentamente manipulou os membros do grupo a se apropriarem das terras descobertas e assim, criar uma república para abrigar os orcs (sempre oprimidos e discriminados) e os caimares que haviam sido reduzidos a escravidão pela colonização atharniana.

[INSULAR 250] A Arcana Internacional



Boa noite, nobres leitores! Hoje, retornaremos ao extraordinário mundo de fantasia chamado Insular, onde a organização revolucionária Arcana Internacional luta pela libertação do uso da magia, derrubada do capitalismo mercantil, o fim das monarquias e pelo estabelecimento de repúblicas populares. Nesse universo repleto de mistérios e encantamentos, a Arcana emerge como uma força determinada a desafiar as monarquias que há muito governam com punhos de ferro.

Uma Era de Magia Oprimida em Insular

No mundo de Insular, a magia é temida e frequentemente controlada pelas elites governantes em cada região, em especial na ilha de Maiar-Atur. A Arcana Internacional, contudo, acredita que a magia é um dom universal que deve transcender as fronteiras e ser compartilhado por todos. Num universo onde a magia é frequentemente associada a linhagens nobres e classes privilegiadas, a Arcana defende que todos têm o direito de acessar e dominar o poder mágico, independentemente de sua origem.

Desvendando os Mistérios Mágicos

A organização Arcana Internacional surgiu provavelmente logo após a Catástrofe, como uma reação aos excessos do antigo Império Élfico, e unindo todos os que foram de alguma forma prejudicados pelo dilúvio e sobreviveram, ela passou a trabalhar incansavelmente pelo fim de todo e qualquer poder monárquico e imperialista. A instituição trabalha incansavelmente para abolir as restrições impostas à prática da magia em todas as regiões de Maiar-Atur. Seus membros, conhecidos como "os subversores", buscam disseminar o conhecimento mágico por todo o mundo. Eles estabelecem academias mágicas clandestinas, onde aprendizes de todas as regiões podem descobrir e aprimorar seus talentos mágicos, além disso intermediam no mercado negro, ítens mágicos e pedras de mana vindas das ilhas-continente. A instituição gerencia um banco popular que faz uso de moedas insulares, muito utilizadas no mercado clandestino.

A Arcana Internacional busca substituir a opressão mágica por um sistema que valorize a diversidade de habilidades mágicas e promova a coexistência pacífica entre os habitantes de Insular. Os subversores argumentam que uma sociedade verdadeiramente justa e equitativa só pode ser alcançada quando todos têm acesso igual às maravilhas da magia, independentemente da região em que residem.

Derrubando Monarquias em Insular, Estabelecendo Repúblicas no Horizonte

A Arcana Internacional não se contenta apenas em desafiar o domínio mágico elitista; ela também visa demolir as estruturas monárquicas que perpetuam a desigualdade social em todas as regiões de Insular. A organização prega a instauração de repúblicas populares, onde a voz de cada cidadão é ouvida, independentemente de sua região de origem ou linhagem. No entanto, como a organização faz isso não é alvo de consensos, razão pela qual a mesma é fragmentada em dois partidos: os dogmáticos e os pragmáticos.

Os dogmáticos acreditam que os fins justificam os meios em todo e qualquer caso, e que a luta deles deve ser derrubar qualquer governo a qualquer custo, mesmo que seja se aliando, temporariamente a um pior. Em geral os dogmáticos são curto-prazistas e pensam em um inimigo de cada vez. Tão logo derrubam um governo e outro assuma, ainda que tenha ajudado a derrubar o primeiro, voltam-se imediatamente contra o novo que ajudaram a erguer. Seu lema é "Se existe governo, sou contra".

Os pragmáticos, por sua vez, não acreditam que a adesão cega aos princípios deva ignorar uma análise cuidadosa da realidade política. Geralmente pensam no longo-prazo, e só derrubam um poder constituído se há chances de colocar no lugar um mais liberal e menos restritivo. Embora desejem a construção de um socialismo autogestionário, não estão dispostos a fazer um pacto com qualquer demônio abissal por isso.

Assim, os líderes da Arcana argumentam que, ao eliminar monarquias autoritárias, a sociedade pode evoluir para um sistema mais inclusivo, onde as decisões são tomadas coletivamente e o poder não é concentrado nas mãos de poucos. Eles buscam inspirar rebeliões populares que desafiem a autoridade monárquica, promovendo a ideia de que o poder deve surgir do povo e para o povo em todas as regiões de Maiar-Atur.

Grandes conquistas:

No ano de 250 depois da Catástrofe, os subversores conseguiram suas duas maiores conquistas. Através da subversiva Marie Gasly, que atuava como agente dupla entre a coroa de Bourjeaux e a Arcana, ela, uma pragmática, conseguiu convencer uma parte da expedição da coroa catalusitana ao mar do norte de Maiar-Atur, a manter sob sua posse uma porção de terra que fora descoberta e deveriam entregar a coroa de Catalusia. Fundando lá uma república. A República Quelônida.

Pari Passu, O setor dogmático liderado por Gastón Jacobin, organizou a Revolução Bourjeauniana que derrubou a monarquia em Bourjeaux, levando o rei Pierre-du-Fleuve IV ao seu guilhotinamento e estabelecendo uma república socialista no lugar.

quinta-feira, 11 de janeiro de 2024

[INSULAR 250] A República Quelônida

 

GAZETA DA CIDADE DO ISTMO

Chelonidis Respublicæ

No fim do ano de 250, quando o verão se aproximava do fim nas terras selvagens, uma articulação secreta entre uma expedição liderada por Gonçalo-Kraken em nome da coroa Catalusitana teve sua finalidade desviada pelo destino e por uma conspiração liderada pela Arcana Internacional. Ao fim, com inúmeras baixas na expedição aos limites superiores das terras selvagens, sua majestade real tomou ciência através do agora barão de Cabo da Fé, Moldaz'Zar da Torre Erguida e do capitão Grulg-mão-de-marreta, o terceiro capitão da nau Brisa Oceânica, da existência de terras agricultáveis para atenuar a fome em toda a extensão das terras a leste dos Sustentáculos do mundo.

No entanto, ambos informaram a coroa, que apesar do sucesso da expedição, boa parte da tripulação foi perdida, que várias tentativas de motins ocorreram dentro e fora da embarcação, com a última, liderada por uma agente dupla de Bourjeaux e do setor Pragmático da Arcana Internacional, as terras então encontradas agora foram reclamadas por Marie Gasly e Pragmarático, o ex-escravo, como uma nova autoridade política a serviço da doutrina política igualitarista da Arcana Internacional, a República Quelônida. No entanto, embora sua majestade real a rainha Isolda, soberana do Istimo, tenha interesse em retomar as terras que localizou, está mais interessada em ajudar o novo governo revolucionário que depôs o rei Pierre-du-fleuve IV em Bourjeaux, a expulsar os atharnianos das terras selvagens com o intuito de se assenhorar delas, pois embora não sejam tão férteis quanto as terras recém-encontradas, são maiores em extensão.

domingo, 11 de julho de 2021

[INSULAR] Escala de Köppen para climas

Uma das formas mais eficientes de proporcionar imersão em um jogo de RPG é você descrever bem os elementos físicos que compõem os lugares, tais como características das cidades, das pessoas, os estilos de arte envolvidos na arquitetura, o tipo de clima e de vegetação, e para oferecer um enriquecimento desse tipo a quem usa o cenário Insular, estamos disponibilizando a classificação de Köppen dos climas do mundo.


From WikiA classificação climática de Köppen-Geiger, mais conhecida por classificação climática de Köppen, é o sistema de classificação global dos tipos climáticos mais utilizado em geografia, climatologia e ecologia.[2] A classificação foi proposta em 1900 pelo climatologista russo Wladimir Köppen, tendo sido por ele aperfeiçoada em 1918, 1927 e 1936 com a publicação de novas versões, preparadas em colaboração com o alemão Rudolf Geiger (daí o nome Köppen-Geiger).

A classificação é baseada no pressuposto, com origem na fitossociologia e na ecologia, de que a vegetação natural de cada grande região da Terra é essencialmente uma expressão do clima nela prevalecente. Assim, as fronteiras entre regiões climáticas foram selecionadas para corresponder, tanto quanto possível, às áreas de predominância de cada tipo de vegetação, razão pela qual a distribuição global dos tipos climáticos e a distribuição dos biomas apresenta elevada correlação.

Na determinação dos tipos climáticos de Köppen-Geiger são considerados a sazonalidade e os valores médios anuais e mensais da temperatura do ar e da precipitação.[3] Cada grande tipo climático é denotado por um código, constituído por letras maiúsculas e minúsculas, cuja combinação denota os tipos e subtipos considerados.


Cidades importantes:


Boreal - População: 250 mil pessoas.
Clima: Dfa - Chuva distribuída regularmente ao longo do ano (sem estação seca); 4 estações bem definidas; Temperatura média no inverno: -16ºC; temperatura média anual: 12ºC; temperatura média no verão: 25ºC.
Vegetação predominante: Taiga.
Exemplos no nosso mundo: Toronto, ON (Canadá).

Ática - População: 400 mil pessoas.
Clima: Cwa (beirando Cwb) - Chuvas concentradas no verão; inverno seco; 3 estações bem definidas (verão, inverno e intermediária); temperatura média do inverno: 4ºC; temperatura média anual: 18ºC; temperatura média no verão: 23ºC.
Vegetação predominante: Floresta mista - eucaliptos, palmeiras, pinheiros e araucárias.
Exemplos no nosso mundo: Campos do Jordão, SP (Brasil).

Surnalis - População: 100 mil pessoas.
Clima: As - Chuvas concentradas no verão; duas estações bem definidas (chuvosa e seca); temperatura média do inverno: 16ºC; temperatura média anual: 22ºC; temperatura média do verão: 33ºC.
Vegetação predominante Floresta tropical.
Exemplos no nosso mundo: Vitória, ES (Brasil).

Austral - População: 120 mil pessoas.
Clima: Subpolar - Chuvas escassas mas mais constantes no verão; apenas duas estações (verões curtíssimos e invernos longos); temperatura média do inverno: -25ºC; temperatura média anual: -1ºC; temperatura média do verão: 8ºC.
Vegetação predominante: Tundra.
Exemplos no nosso mundo: Faro, YK (Canadá)

Szan - População: 3500 pessoas.
Clima - Csb - Chuvas concentradas no inverno e verões amenos; quatro estações bem definidas; temperatura média no inverno: -3ºC; temperatura média anual 16ºC; temperatura média no verão: 21ºC.
Vegetação predominante: Floresta mista - Carvalhos, pinheiros, abetos e araucárias.
Exemplos no nosso mundo: Bragança (Portugal).

Bogomil - 60 mil pessoas.
Clima - Cwb (beirando o Cwc) - verões chuvosos, três estações bem definidas, características de regiões montanhosas; temperatura média de inverno: -3ºC, temperatura média anual: 10ºC; temperatura média do verão: 18ºC.
Vegetação predominante: Pastos e matagais devido às rochas das montanhas.
Exemplos no nosso mundo: La Paz (Bolívia).

Gnomia - 1000 pessoas.
Clima:  Dfa (beirando Dfb) - Chuva distribuída regularmente ao longo do ano (sem estação seca); 4 estações bem definidas; Temperatura média no inverno: -15ºC; temperatura média anual: 10ºC; temperatura média no verão: 23ºC.
Vegetação predominante: Taiga e um pouco de tundra na fronteira.
Exemplos no nosso mundo: Moscou (Rússia).

Outras:


Oceânica - População desconhecida.
Clima: cidade submersa, mas caso estivesse na superfície seu clima seria Cfd - Sem estação seca, só inverno. Temperatura média no inverno -40ºC, temperatura média anual -10ºC; temperatura média do verão -5ºC. Apenas ligeiramente mais brando que A última fronteira.
Vegetação predominante: Tundra.
Exemplos no nosso mundo: Oymyakon (Rússia).

Falenhäär - 30 mil pessoas (Cidade onde Arr "Toughfest" of Grave escolheu morar após a independência de Surnalis).
Clima: Cwa - Chuvas concentradas no verão; inverno seco; 3 estações bem definidas (verão, inverno e intermediária); temperatura média do inverno: 8ºC; temperatura média anual: 20ºC; temperatura média no verão: 29ºC.
Vegetação predominante: Floresta mista - eucaliptos, palmeiras, pinheiros e araucárias.
Exemplos no nosso mundo: Espera Feliz, MG (Brasil).

sábado, 10 de julho de 2021

[INSULAR] A história dos heróis do mundo e a morte do clérigo do Vício.

 Os eventos a seguir ocorrem após o ano 225 d.C.

No ano 225 a princesa Reddina, filha caçula do Rei Isael I de Ática foi sequestrada por Maximus Birrhus, um feiticeiro pago a peso de ouro por um membro da Gerúsia oriundo de Surnalis. O objetivo dele era forçar o rei Isael a conceder a independência de Surnalis, uma vez que havia uma crise econômica e política fortíssima no reino humano. A conspiração foi descoberta por Ser-Dio, um halfling aliado dos elfos negros cedido por X para dissipar a suspeita do rei sobre eles; Barzaphir, clérigo da virtude meio-elfo nascido no continente norte e Alcör do rio Thames, uma elfa que estava em Ática em busca de aventura. A fama que os três fizeram motivou que A Assembléia Universal dos Fiéis da Virtude e do Autor (AUFAV), na pessoa de Valentinus, seu grão-mestre, solicitou ao rei Alberto I de Surnalis (reino humano recém-independente) que lhe cedesse Arr of Grave para uma missão. Ao chegar a AUFAV, ordenou ao Paladino do Autor, Arr "Toughfest" of Grave os recrutasse para impedir que X libertasse Toball e os Abissais em Elfhium.

No ano de 230, a agitação do crescimento do aslamerismo e seu fundamentalismo religioso pôs em xeque o equilíbrio da religião ancestral e, temendo uma nova guerra genocida que exterminasse os elfos negros, X procurou por uma solução final: ir a Elfhium, invadir o subplano em busca de Toball, pegar a chave negra e fazer o ritual para a remoção da Tessa (a armadura de Pompeus), o que liberaria Toball e os abissais para dominarem o mundo,

Tendo recebido uma visão do próprio Aslameru Ichté, Valentinus ordenou a busca pelos heróis de Ática, mas ao chegar no continente central, Arr descobriu que Alcör estava desaparecida e que Ser-Dio havia morrido, condenado por traição em Austral. Arr, porém, convocou Eredin, discípulo e amigo de Ser-Dio para a batalha. No subplano, a crew derrotou todos os abissais e derrotou X, numa luta breve que ocasionou sua morte. Desde então a Assembléia do Vício está acéfala e por decidir quem será seu novo grão-mestre, e os elfos negros temem sua extinção.

Meu estilo narrativo

Ao longo dos anos, percebi que meu estilo de narrar RPG não se encaixava perfeitamente nas categorias mais comuns. Eu não sou exatamente um ...